Na semana passada aconteceu a união da Associação Ferroviária de Esportes (AFE) e a Ferroviária S/A. A união como já disse não foi no aspecto jurídico mas na sua gestão, isto é, as pessoas que comandam a AFE agora são as mesmas que já geriam a S/A, o presidente Juninho e o vice Valquírio. Além disso, um rol de 20 conselheiros também foram eleitos para suportar a tomada decisão na associação.
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Unificação AFE e Ferroviária S/A - Ainda um ó do borogodó
Semana passada aconteceu uma reunião do conselho da Associação Ferroviária de Esportes(AFE) para discutir a unificação com a Ferroviária S/A na gestão do clube.
O que se sabe é que a fusão inicialmente pensada caminha em um primeiro momento para se ter um gestão unica, com o mesmo presidente e vice mas mantendo as duas entidades. Tal medida já facilitaria as tomadas de decisão e possibilitaria também, por meio de um acordo alinhavado e pré-estabelecido com as lideranças políticas locais e a prefeitura, quitar dívidas em torno de R$750mil que ainda recaem nas entidades porém de entendimento de que pertençam a administração municipal.
O que se sabe é que a fusão inicialmente pensada caminha em um primeiro momento para se ter um gestão unica, com o mesmo presidente e vice mas mantendo as duas entidades. Tal medida já facilitaria as tomadas de decisão e possibilitaria também, por meio de um acordo alinhavado e pré-estabelecido com as lideranças políticas locais e a prefeitura, quitar dívidas em torno de R$750mil que ainda recaem nas entidades porém de entendimento de que pertençam a administração municipal.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Ferroviária S/A - O buraco é mais embaixo - Bilheteria
Já não é de hoje que argumento as dificuldades da Ferroviária e seu modelo de gestão. Como é sabido, mas não canso de repetir, os pilares para sustentabilidade para qualquer clube e que concretizam receitas são: transferências de jogadores, patrocínio, marketing e venda de produtos licenciados, arrecadação com bilheteria e direitos televisivos.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
Considerações sobre o Business Plan da Ferroviária
Na última segunda-feira realizamos no Auditório da Associação Comercial e Industrial de Araraquara (ACIA) a apresentação do Business Plan ou Plano de Negócios para o desenvolvimento sustentável da Ferroviária. As ideias e práticas apresentadas visam traduzir de maneira ordeira e estruturada os anseios da torcida para a gestão do clube.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
Categorias de Base - Projeto ‘Base grená, futuro dourado’
Nesta quarta-feira, o presidente da Ferroviária S/A, Welson Alves Ferreira Júnior, apresentou à imprensa e a empresários de Araraquara uma nova ação do clube visando à estruturação das categorias de base. Denominado de "Base Grená, futuro dourado", o projeto viabiliza a sociedade de empresas ou pessoas físicas como cotistas da Ferroviária Futebol S/A na gestão do futebol de base.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Categorias de base da AFE - Trabalhos devem continuar
Com a proximidade da Copa Paulista de 2011 e os efervescentes trabalhos da comissão técnica e do departamento de futebol da Ferroviária para montar o elenco para a competição, a imprensa e a torcida de maneira geral se voltam para o time profissional, no entanto ressalto a importância da continuidade dos trabalhos nas categorias de base.
Não há dúvida de que os objetivos do time profissional exercem prioridade no momento, mas a AFE deve ter uma estrutura multifuncional que possibilite trabalhar com diferentes frentes de atuação.
Não há dúvida de que os objetivos do time profissional exercem prioridade no momento, mas a AFE deve ter uma estrutura multifuncional que possibilite trabalhar com diferentes frentes de atuação.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Temos grana? Análise financeira da Ferroviária S.A.
É corriqueira nos clubes de futebol surgirem dificuldades financeiras e a Ferroviária S.A. não é uma exceção. Resolvi então, com base nos demonstrativos financeiros de 2010/2009 de algumas equipes paulistas, avaliar alguns pontos de destaques da administração grená e tecer algumas considerações.
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
Categorias de base da AFE – Qual é o projeto?
Em 2011 as categorias de base da Ferroviária retornaram as atividades depois de anos parada. É louvável a iniciativa S/A, em parceria com a Fundeport, afinal temos hoje o SUB15, o SUB17 e o SUB20 participando dos Campeonatos Paulistas de cada categoria.
A ideia foi lançada em evento celebrado na Arena da Fonte, as equipes formadas e os jogos estão acontecendo mas afinal qual o projeto grená? Não estou aqui duvidando do trabalho mas sinto pela falta de divulgação.
A ideia foi lançada em evento celebrado na Arena da Fonte, as equipes formadas e os jogos estão acontecendo mas afinal qual o projeto grená? Não estou aqui duvidando do trabalho mas sinto pela falta de divulgação.
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Clubes pedem apoio ao Governo do Estado de São Paulo
Aconteceu ontem, dia 18, pela manhã, no Palácio dos Bandeirantes uma reunião com o Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, representantes dos clubes da série A1 do Campeonato Paulista e também com a presença do Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol(FPF).
Dentre vários assuntos esteve em pauta a discussão de melhorias para o futebol paulista com participação do governo estadual.
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Associação Ferroviária de Esportes, Ferroviária S/A e Prefeitura Municipal - Cadê a transparência?
Dias atrás um conselheiro da Associação Ferroviária de Esportes (AFE) deu entrevista em uma TV local abordando temos polêmicos sobre a AFE e suas relações com a Ferroviária S/A e o poder executivo municipal.
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Marketing Esportivo - Fator essencial para uma Ferroviária mais feliz
Vou bater mais uma vez na mesma tecla. Para se ter uma equipe profissional de futebol e almejar maiores maiores vôos, a Ferroviária em sua gestão carece de princípios e ações com mais profissionalismo no marketing esportivo. Para tanto, necessita inserir uma estrutura de marketing em seu modelo de gestão. Sem ela, a obtenção de receita financeira das mais variadas fontes de recursos ficarão como sempre a míngua e eternizados nos discursos de nossos dirigentes, “falta dinheiro”. Não que seja um trabalho fácil mas no mínimo há de se criar um plano estruturado, continuo, persistente, mensurável e lucrativo.
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quinta-feira, 24 de março de 2011
Proposta de Relação com Investidores na Ferroviária S/A
Não é de hoje e principalmente quando o time não vem bem que surgem duras críticas às pessoas que comandam a Ferroviária S/A. Nas comunidades que abordam a nossa gloriosa Ferroviária o assunto explode com certo fervor e desqualificação para com seus atuais dirigentes, consequentemente, surgem acaloradas discussões que por vezes levam a ofensas pessoais e até a suspensão dos participantes.
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2012 começa já: Minha Visão para as mudanças no elenco e na S/A
Findo o Campeonato Paulista da A2 de 2011, pelo menos para a Ferroviária o foco passa a ser a formação da base e de atletas para o time de 2012 ,tendo por experimento a Copa Paulista no segundo semestre.
É necessário a meu ver a elaboração de um amplo projeto, papéis responsabilidades, planos detalhados de metas, objetivos coletivos e individuais, dentro de campo e fora dele. O que tem que ficar claro também para a torcida, atletas, comissão técnica e diretoria, é estabelecer que só ficarão aqueles que apresentam reais condições, potencial e performance para se estabelecer no futebol profissional e que atendam as premissas definidas para as pretensões grenás em 2012.
É necessário a meu ver a elaboração de um amplo projeto, papéis responsabilidades, planos detalhados de metas, objetivos coletivos e individuais, dentro de campo e fora dele. O que tem que ficar claro também para a torcida, atletas, comissão técnica e diretoria, é estabelecer que só ficarão aqueles que apresentam reais condições, potencial e performance para se estabelecer no futebol profissional e que atendam as premissas definidas para as pretensões grenás em 2012.
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sexta-feira, 4 de março de 2011
O Circo Paulista da série A2
O Campeonato Paulista da série A2 de 2011 era para ser de futebol, mas o que vemos desde o seu início reza pouco sobre as bravuras da bola. A desorganização de clubes, federação e dirigentes promovem circenses atos de barbaridades a um evento que se diz profissional.
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Que fim levou o Projeto de Unificação dos Esportes
Lançado em meados do ano passado com muita pompa na mídia local, o Projeto de Unificação dos Esportes, o famoso pool de empresas patrocinadoras, ostentava em seus princípios colocar o nome da cidade como destaque no cenário esportivo nacional.
O projeto capitaneado pela Prefeitura de Araraquara deu seus primeiros passos e até rendeu frutos na arrecadação financeira de recursos para os times locais.
O que me entristece é que, passada o fervor inicial, o projeto em si aparentemente caiu no esquecimento. Pautado para ser um exemplo estadual e ser amparado pela nova Lei Estadual de Incentivo ao Esporte aprovada pelo Estado de São Paulo o projeto não deu mais sinais de vida.
O projeto capitaneado pela Prefeitura de Araraquara deu seus primeiros passos e até rendeu frutos na arrecadação financeira de recursos para os times locais.
O que me entristece é que, passada o fervor inicial, o projeto em si aparentemente caiu no esquecimento. Pautado para ser um exemplo estadual e ser amparado pela nova Lei Estadual de Incentivo ao Esporte aprovada pelo Estado de São Paulo o projeto não deu mais sinais de vida.
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
A estrutura organizacional da Ferroviária S/A precisa se reestruturar e evoluir o seu modelo de gestão
Eu tenho muito a agradecer ao trabalho realizado pela atual diretoria da Ferroviária pois propiciou o acesso a série A2 do Paulistão em 2010, tem uma política financeira correta e que visa sanar suas dívidas e por assim dizer, perpetuar a própria existência para alegria da nação grená. Infelizmente nem tudo são glórias e acertos na atual estrutura da S/A.
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
O arcaico mundo da arbitragem
Não é de hoje que a arbitragem no futebol é questionável. Suas regras e modificações são permitidas somente com o consentimento da International Football Association Board, associação ligada a FIFA e de princípios no mínimo morosos e nada modernos. A Confederação Brasileira de Futebol(CBF) e a Federação Paulista de Futebol (FPF) seguem de maneira burocrática o que ditam e impõem as leis de tais entidades, sem iniciativa, criatividade e principalmente questionamentos a imposições pré-definidas, perdendo assim boas oportunidades de melhorar o que está sendo feito.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Um exemplo a seguir - Centro de Formação de Atletas da Ponte Preta
A Ferroviária voltando a ser a Academia do Interior, assunto que já abordei no texto “A Academia do Interior pode e merece muito mais“ de 13 de dezembro tem mais um exemplo a ser seguido. No caso é o Centro de Formação de Atletas(CFA) em desenvolvimento na Associação Atlética Ponte Preta de Campinas.
A Macaca, como é conhecida, elaborou e começa a construir o seu Centro de Formação de Atletas em Sumaré, cidade próxima a Campinas. O projeto de R$18milhões tem o amparo da Lei do Incentivo ao Esporte e foi aprovado pelo Ministério dos Esportes do Governo Federal.
Vale ressaltar o grande trabalho de articulação em Brasília junto ao Ministro Orlando Silva e aos técnicos do ministério no aperfeiçoamento e adequação do projeto para a obtenção de sua aprovação. Com isto, a Ponte estima não investir nenhum recurso financeiro próprio para ter seu Centro de Formação e dará em contra-partida, à sociedade, a formação esportiva de muitos jovens.
O CFA também será utilizado pelo time profissional, mas nunca em detrimento das categorias de base, garantia que proporciona o benefício à Lei de Incentivo.
O Projeto
Alocado em um terreno de cerca de 80 mil metros quadrados, doado por empresários, o projeto arquitetônico do CFA é de Ricardo Badaró, do escritório Badaró & Ferreira Arquitetura, e segundo notícias busca integrar socialização e recursos naturais. O projeto propõe também grande respeito ao meio-ambiente. Haverá, por exemplo, estações de tratamento de esgoto e captação da água das chuvas para reuso na irrigação dos gramados.
Áreas administrativas (salas administrativas (inclusive para reuniões), 2 salas para projeções e entrevistas e sala para imprensa)
Outras áreas de apoio (Cabine elétrica, copa e vestiários para funcionários, reservatórios, depósito de lixo, portarias, sala de segurança, depósitos, oficinas e estacionamento)
As 3 etapas do projeto
A divisão em etapas foi efetuada para facilitar a arrecadação dos recursos financeiros junto à iniciativa privada, propiciando ao clube obter valores junto a empresas com balanços anuais e trimestrais. Além disso, pode-se planejar a captação de cotas e ter um cronograma mais estruturado de desenvolvimento além de um melhor controle e gestão dos recursos.
Na primeira etapa, estimada em R$ 5,2 milhões serão realizadas tarefas de infra-estrutura como por exemplo, a preparação do terreno, rede hidráulica e elétrica, muros, cercas e portaria, além de vestiários e dois campos oficiais.
A segunda e a terceira etapa giram em torno dos R$ 6 milhões cada uma. Na segunda etapa serão construídos parte do complexo administrativo, os demais campos de futebol, a pista de corrida e os alojamentos. Na terceira fase o dinheiro investido será para as salas de musculação, instalações do Instituto de Medicina e Avaliação da Performance (Imap), para a piscina aquecida coberta e finalização do complexo administrativo.
Vale lembrar que a Ponte Preta também planeja, por meio de outros projetos, se beneficiar da Lei de Incentivo ao Esporte na obtenção de novos recursos como por exemplo para a aquisição do mobiliário.
A Lei de Incentivo
A Lei Federal de Incentivo ao Esporte (nº11.438/06 e Decreto 6.180/07) possibilita aos patrocinadores destinarem parte dos valores a serem retidos pelo Imposto de Renda em recursos para os projetos, válido tanto pessoas jurídicas bem como pessoas físicas. No caso da Ponte, os doadores receberão certificados oficiais de mérito e agradecimento emitidos pela Associação Atlética Ponte Preta, além da exposição de suas marcas.
Agora só me resta parabenizar a Associação Atlética Ponte Preta e que os dirigentes grenás se espelhem e se inspirem nesse belo projeto.
Para maiores informações acessem o site da Ponte: www.pontepretaesportes.com.br/
A Macaca, como é conhecida, elaborou e começa a construir o seu Centro de Formação de Atletas em Sumaré, cidade próxima a Campinas. O projeto de R$18milhões tem o amparo da Lei do Incentivo ao Esporte e foi aprovado pelo Ministério dos Esportes do Governo Federal.Vale ressaltar o grande trabalho de articulação em Brasília junto ao Ministro Orlando Silva e aos técnicos do ministério no aperfeiçoamento e adequação do projeto para a obtenção de sua aprovação. Com isto, a Ponte estima não investir nenhum recurso financeiro próprio para ter seu Centro de Formação e dará em contra-partida, à sociedade, a formação esportiva de muitos jovens.
O CFA também será utilizado pelo time profissional, mas nunca em detrimento das categorias de base, garantia que proporciona o benefício à Lei de Incentivo.
O Projeto
Alocado em um terreno de cerca de 80 mil metros quadrados, doado por empresários, o projeto arquitetônico do CFA é de Ricardo Badaró, do escritório Badaró & Ferreira Arquitetura, e segundo notícias busca integrar socialização e recursos naturais. O projeto propõe também grande respeito ao meio-ambiente. Haverá, por exemplo, estações de tratamento de esgoto e captação da água das chuvas para reuso na irrigação dos gramados.O CFA contemplará:
Áreas de treinamento (5 campos de futebol, paredão para treinamento de fundamento, piscina coberta para recuperação e relaxamento, sala de musculação/fisioterapia – profissional e juniores, sala de musculação/fisioterapia – categoria de base e departamento médico)
Áreas de apoio (vestiário profissional, vestiário juniores/time visitante, 2 vestiários para as categorias de base, 1 vestiário para técnicos profissionais/juniores, 1 vestiário para técnicos categorias de base, 1 vestiário juízes e cozinha central com refeitórios segmentados)
Áreas de treinamento (5 campos de futebol, paredão para treinamento de fundamento, piscina coberta para recuperação e relaxamento, sala de musculação/fisioterapia – profissional e juniores, sala de musculação/fisioterapia – categoria de base e departamento médico)
Áreas de apoio (vestiário profissional, vestiário juniores/time visitante, 2 vestiários para as categorias de base, 1 vestiário para técnicos profissionais/juniores, 1 vestiário para técnicos categorias de base, 1 vestiário juízes e cozinha central com refeitórios segmentados)Alojamentos (1 suíte para técnicos, dormitórios com 4 camas (2 beliches) cada para amadores, vestiários para o alojamento, 1 suíte com 2 camas para técnicos visitantes)
Áreas administrativas (salas administrativas (inclusive para reuniões), 2 salas para projeções e entrevistas e sala para imprensa)
Outras áreas de apoio (Cabine elétrica, copa e vestiários para funcionários, reservatórios, depósito de lixo, portarias, sala de segurança, depósitos, oficinas e estacionamento)
As 3 etapas do projeto
A divisão em etapas foi efetuada para facilitar a arrecadação dos recursos financeiros junto à iniciativa privada, propiciando ao clube obter valores junto a empresas com balanços anuais e trimestrais. Além disso, pode-se planejar a captação de cotas e ter um cronograma mais estruturado de desenvolvimento além de um melhor controle e gestão dos recursos.
Na primeira etapa, estimada em R$ 5,2 milhões serão realizadas tarefas de infra-estrutura como por exemplo, a preparação do terreno, rede hidráulica e elétrica, muros, cercas e portaria, além de vestiários e dois campos oficiais.
A segunda e a terceira etapa giram em torno dos R$ 6 milhões cada uma. Na segunda etapa serão construídos parte do complexo administrativo, os demais campos de futebol, a pista de corrida e os alojamentos. Na terceira fase o dinheiro investido será para as salas de musculação, instalações do Instituto de Medicina e Avaliação da Performance (Imap), para a piscina aquecida coberta e finalização do complexo administrativo.
Vale lembrar que a Ponte Preta também planeja, por meio de outros projetos, se beneficiar da Lei de Incentivo ao Esporte na obtenção de novos recursos como por exemplo para a aquisição do mobiliário.
A Lei de Incentivo
A Lei Federal de Incentivo ao Esporte (nº11.438/06 e Decreto 6.180/07) possibilita aos patrocinadores destinarem parte dos valores a serem retidos pelo Imposto de Renda em recursos para os projetos, válido tanto pessoas jurídicas bem como pessoas físicas. No caso da Ponte, os doadores receberão certificados oficiais de mérito e agradecimento emitidos pela Associação Atlética Ponte Preta, além da exposição de suas marcas.
Agora só me resta parabenizar a Associação Atlética Ponte Preta e que os dirigentes grenás se espelhem e se inspirem nesse belo projeto.
Para maiores informações acessem o site da Ponte: www.pontepretaesportes.com.br/
Fonte: Informações e Imagens - Site Oficial da Ponte Preta
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
A Academia do Interior pode e merece muito mais
O time grená amargou anos de perdas financeiras e dilapidou seu patrimônio. Agora, aos poucos vem se reerguendo, se reestruturando e a meu ver é chegada a hora de buscar novos sonhos, novos horizontes. Não meu caro torcedor, não estou falando em disputar a série A1 do Paulistão, ou outros campeonatos de tamanha pujança. Estou pensando em um Centro de Treinamento, Capacitação e Excelência Esportiva. Esse investimento, com grande foco nas categorias de base, seria um dos pilares básicos para a sustentabilidade do clube-empresa no futebol moderno.
Você pode estar pensando, lá vem mais um "sem noção" que não sabe nada das condições financeiras da equipe e que no popular "viaja na maionese".
Bem meu caro, sei muito bem as condições grenás, mas também sei que teremos no Brasil em 2014 a Copa do Mundo e em 2016 as Olimpíadas. Dois eventos mundiais e astronômicos, com inúmeras oportunidades. É preciso estar na hora certa e no lugar certo, ter iniciativa e empreendedorismo.
Também sei que a AFE tem grandes articuladores, como por exemplo o deputado estadual Edinho Silva, um forte aliado e pessoa de grande influência no partido dos trabalhadores e no atual governo brasileiro. Junto a ele temos o nosso presidente Juninho e o diretor de futebol Walquírio Cabral, um dos grandes executivos da mundial empresa LUPO.
Se isso não bastasse, temos também outras forças políticas regionais além da Câmara de Vereadores e próprio governo municipal, principalmente envolvidos por se tratar de um projeto de cunho de social, educacional e esportivo.
Mas afinal o que seria esse projeto?
Tomemos por referência o Pão de Açúcar Esporte Clube, o PAEC. Um projeto impar que beneficia centenas de jovens todo ano dando todo amparo e oportunidade para desenvolver novos atletas.
O Centro de Treinamento do PAEC em São Paulo tem 51mil metros quadrados e oferece tecnologia de ponta na formação de atletas. O CT do PAEC tem quatro campos de futebol com medidas oficiais e outro campo society; piscina aquecida para recuperação física e treinamento; campo de areia; campo de fundamentos; academia completa; ambulatório; fisioterapia; sala de projeção, sala de estudos; sala de inglês; refeitório; cozinha industrial; alojamento para 60 atletas; sala de recreação e sala administrativa.
Além disso os atletas passam por check-up médico, exames odontológicos e oftalmológicos. Frequentam a escola regular e recebem benefícios como vale-transporte, assistência médica e odontológica e bolsa auxílio. Para conhecer mais sobre o projeto do PAEC acesse o site http://www.paec.com.br.
O dinheiro para tal estrutura vem em grande parte de seu mantenedor principal o Grupo Pão de Açúcar mas também, e aí que a Ferroviária deve se espelhar, em parcerias decorrentes da lei de incentivo ao esporte que propicia destinar até 1% do imposto total anual devido sem qualquer ônus para as empresas.
Cabe então a Ferroviária e seus dirigentes elaborar o projeto inicial, buscar amparo legal na lei de incentivo ao esporte, estabelecer parcerias locais e nacionais, públicas e privadas, e desenvolver um plano de trabalho realista, mesmo que a longo prazo para a realização de tal objetivo.
Tendo o projeto estruturado o primeiro grande desafio político será obter uma área para as futuras instalações. E aí, alguém com coragem e competência se habilita?
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sábado, 27 de novembro de 2010
A difícil relação entre o clube e sua torcida
Por vezes me deparo com ostensivas críticas para a diretoria grená na forma de conduzir seu trabalho, para a comissão técnica no comando da equipe e para a questionável qualidade dos atletas. Por outro lado há também as críticas a torcida, sua ausência, sua falta de comprometimento, cooperação e negativismo.
O princípio para se modificar tais comportamentos está no valor chamado confiança. Quem nunca ouviu a declaração "eu não confio em você". Pois fique sabendo que a confiança é uma via de mão dupla, ou seja, se você não confia é porque também não é merecedor de confiança. Não existe confiança por apenas um lado, em um relacionamento a confiança é sempre mútua.
Confiança é um dos valores fundamentais em uma relação seja ela pessoal ou profissional e é também um dos valores mais frágeis. Mas como se cria a confiança?
Primeiramente confiança é composta por quatro elementos. São eles:
- credibilidade,
- coerência/congruência,
- receptividade/aceitação,
- clareza/abertura.
Entende-se por credibilidade aquele que cumpre o que promete, que faz o que diz. Já coerência/congruência esta relacionado a dizer o que se pensa e sente, ser objetivo e não ficar na popular "enrolação". Receptividade/aceitação refere-se a aceitar as diferenças, conviver com valores e idéias diferentes da sua, ser paciente. Por último, clareza/abertura está o ato de "não esconder o jogo", de expor as informações relevantes.
Pois bem, dados esses conceitos tenho algumas restrições em ambos os lados da relação clube Ferroviária com sua a torcida grená e que precisam ser trabalhadas. No meu ponto de vista, o clube, sua diretoria e comandantes pecam em dois aspectos da confiança. O primeiro é coerência/congruência pois falta objetividade. Declarações como "vamos contratar" e "faremos amistosos" não são declarações objetivas. Outra fator que está em dívida é abertura/clareza. Que fim levou o Cesinha? Porque Everson Jaú não será aproveitado? O clube planeja trazer um atacante de ponta? Qual o nosso orçamento? Já estouramos o orçamento? A ZETEX volta? Qual o nosso plano de trabalho? Todas perguntas faladas e especuladas nos bastidores, se fossemos uma empresa seria a famosa "rádio peão".
Já a torcida por outro lado peca principalmente na receptividade/aceitação pois não aceita diferentes idéias, não é tolerante e paciente, muitas vezes faz a crítica pela crítica, a também popular cornetagem.
Por esses aspectos não somos, clube e torcida, merecedores de confiança e assim penalizados pela sua ausência. Cabe aos envolvidos refletirem e adotarem medidas corretivas para que tenhamos harmonia, positivismo e comprometimento com o bem comum que é o acesso a série A1 do Campeonato Paulista.
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